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O governo federal está finalizando uma nova versão do programa de renegociação de débitos, batizada de Desenrola 2.0, que poderá autorizar trabalhadores a utilizarem recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortizar dívidas e facilitar acordos de pagamento. A informação foi confirmada nesta terça-feira (7) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.
Segundo o ministro, a proposta inicial do programa já foi apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que aprovou as diretrizes discutidas até o momento e determinou prioridade ao tema diante do alto índice de endividamento da população brasileira.
De acordo com Durigan, a equipe econômica ainda realiza ajustes técnicos na medida antes do lançamento oficial.
Nova versão do programa ainda passa por ajustes
Embora a estrutura principal do Desenrola 2.0 já esteja desenhada, o Ministério da Fazenda informou que segue promovendo alterações no texto para concluir o projeto e encaminhá-lo em breve.
A proposta busca ampliar os mecanismos de renegociação para consumidores inadimplentes e deve trazer novas alternativas para reduzir o comprometimento financeiro das famílias brasileiras.
Governo articula aprovação rápida no Congresso
Além do desenvolvimento técnico da proposta, o governo já iniciou articulações políticas para acelerar a tramitação do novo programa no Congresso Nacional.
Mais cedo, Durigan participou de reunião com parlamentares da bancada do PT na Câmara dos Deputados, ocasião em que debateu tanto o avanço do Desenrola 2.0 quanto outras medidas econômicas recentes adotadas pelo Executivo.
Segundo o ministro, também já houve diálogo com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para garantir celeridade na análise do texto assim que ele for oficialmente enviado ao Legislativo.
Parlamentares defendem urgência na aprovação
Deputados presentes no encontro relataram que Durigan reforçou a importância da proposta como instrumento de enfrentamento ao endividamento das famílias e destacou a necessidade de aprovação rápida da nova iniciativa.
De acordo com integrantes da base governista, Hugo Motta demonstrou abertura ao tema e indicou disposição para pautar a discussão assim que o projeto chegar à Câmara.
Apesar disso, parlamentares afirmam que ainda não há cronograma definido nem acordo formalizado sobre datas para votação da matéria.
Uso do FGTS para dívidas pode exigir orientação técnica de contadores
A possibilidade de utilizar recursos do FGTS para renegociar débitos pode ampliar a procura por orientação especializada de profissionais da contabilidade e consultores financeiros, especialmente entre trabalhadores que buscam reorganizar sua vida financeira sem comprometer o orçamento mensal.
Isso porque, embora o uso do fundo possa representar uma alternativa imediata para reduzir inadimplência e juros acumulados, especialistas alertam que a decisão exige análise criteriosa, já que o FGTS também funciona como uma reserva financeira em situações específicas, como demissão sem justa causa, aposentadoria e aquisição da casa própria.
Nesse cenário, contadores podem ter papel estratégico ao auxiliar clientes na avaliação dos impactos financeiros da medida, orientando sobre o melhor momento para utilizar o saldo disponível e os reflexos dessa escolha no planejamento patrimonial e de longo prazo.
Fonte: Contábeis
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